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Domingo de Sol no Museu da Cidade

Domingo, parado em frente ao Museu da Cidade. A minha filha Alice está comigo e está um pouco cansada da volta de bicicleta que demos. Pergunto-lhe se gostava de ver a exposição que está no Pavilhão Preto. Sim. Esqueci-me do cadeado para deixar as bicicletas cá fora. O segurança diz-me que não posso levar as bicicletas para dentro. Eu pergunto porquê e ele diz-me que se todos quisessem pôr a bicicleta lá dentro, aquilo ficava cheio de bicicletas. Eu digo-lhe que somos só os dois, que não está ali mais ninguém. Ele diz que não importa. Eu insisto que o que eu queria mesmo era ver a exposição descansado na companhia da minha filha, num domingo de sol (não lhe disse que este é o meu único dia para ter programas culturais e andar de bicicleta com a Alice) e não gostava que este dia fosse ensombrado pela perda súbita das bicicletas que ficaram no passeio à mercê de algum vilão que por ali passou. O segurança diz-me que não as podemos deixar no jardim para vermos a exposição descansados, ...

A metamorfose do kiwi e a ajuda externa...

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Proposta de Logotipo para a Escola Artística António Arroio

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Proposta 01. Proposta 02.

Máquinas de vigiar da Rita

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INSTALAÇÃO de TOKUJIN YOSHIOKA para MAISON HERMES

Maison Hermès installation by Tokujin Yoshioka from Dezeen on Vimeo .

Mundos paralelos

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Estava com a neura. E a chuva não ajudava nada. Durante o registo desta imagem, o movimento do automóvel desenhou no meu caminho e na minha imagem, muitas figuras humanas que parecem estar todas a atravessar a rua e a flutuar pelo ar. Um movimento na imagem, provocado pela velocidade do carro, pela sua suspensão e pela textura do asfalto da estrada e sobre os quais eu não tive qualquer tipo de controlo. Sempre é verdade que a fotografia regista mais do que aquilo que conseguimos ver. É como a nossa vida tão cheia de coisas que nem sempre conseguimos ver e onde afinal, uma boa terapia é, sem dúvida, andar pela cidade de carro e à chuva. Este contacto é mais intenso e talvez mais real se formos a pé ou de bicicleta. Neste último é mais difícil fotografar.

www.sou-eu.com

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Já imaginou ter um boneco que é a sua cara? Já imaginou a brincadeira de uma criança em que o herói da história, aquele que voa, salta e luta contra os dragões seja essa mesma criança, representada num boneco SOU EU. Já imaginou os seus filhos de férias na companhia de todos os seus amigos e com muito menos confusão? Já imaginou o boneco com a imagem do seu chefe entalada na porta da sala com toda a força ou debaixo da sola do seu sapato? Já imaginou a sua namorada/o sempre ao alcance da sua mão? Já imaginou a cara do seu amigo no corpo do super-homem, ou da sua amiga mais discreta num corpo de "femme fatale"? E o Sócrates? Já imaginou o que podia fazer com ele?

Tudo a kilo que desejas.

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Quantas vezes nos apeteceu oferecer a alguém a lua, o céu ou uma estrela? Esta ideia para um projecto fotográfico abre a possibilidade de oferecer tudo aquilo que sempre imaginámos que seria a verdadeira necessidade de alguém. A possibilidade de oferecermos prendas verdadeiramente originais e que vão muito para além da oferta comercial vigente. Ok, não é a mesma coisa porque não estamos a oferecer a coisa em si, mas como poderíamos oferecer algo que nem sequer nos pertence? Será que a representação, a imagem do nosso objecto de desejo não é suficiente por si só? Mesmo que na maioria dos casos, a resposta seja negativa, podemos sempre dizer que afinal, aquilo que conta é a intenção.

Habitantes

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IDEIA PARA UM JOGO INTERACTIVO Num prédio antigo da cidade de Lisboa morreu um homem de solidão. Todos os inquilinos têm a sua quota parte de responsabilidade no sucedido. A ideia é o utilizador reflectir nas atitudes e nas vidas dos outros habitantes daquele prédio na procura de uma identificação dos motivos para aquela morte. A realidade é a de que ninguém fez nada e essa foi a principal razão da tragédia. Sempre nos interrogámos sobre o que se passa na casa dos nossos vizinhos, todos já tivemos um vizinho sobre o qual especulámos se teria ou não uma segunda vida, todos sabemos que sabemos muito pouco acerca dos nossos vizinhos e portanto parece-me oportuno pensar e fazer um projecto acerca destes assuntos que nos são tão próximos. Tive uma vizinha, uma idosa que vivia sozinha e que ninguém via no prédio nem mesmo para despejar o lixo nem para receber alguém, parecia que estava só no mundo ou então ninguém queria saber dela, ou melhor, ela não queria saber de ninguém. Eu sabia que el...